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Eu acredito que prevenção do câncer de mama começa com informação clara e ações simples no dia a dia. A partir de uma consulta com avaliação minuciosa partimos para uma compreensão exata do estado clínico de suas mamas. Mamografia e ultrassom são ferramentas essenciais para detectar alterações que o toque não alcança. Avaliar histórico familiar e, quando indicado, testes genéticos ajuda a personalizar vigilância e reduzir surpresas. Adotar estilo de vida saudável com atividade física regular alimentação equilibrada sono adequado e controle do estresse diminui riscos e melhora resposta a tratamentos. Cuidar da saúde mental é parte da prevenção porque ansiedade e sobrecarga atrapalham a adesão a exames e tratamentos. Se você tem dúvidas ou percebeu alguma alteração agende uma avaliação sem demora para traçarmos um plano seguro e individualizado. “Estou aqui para orientar você com técnica empatia e clareza em cada etapa do cuidado.” Dra. Gabriela Santos
A inteligência artificial (IA) já está transformando a saúde da mulher ao oferecer diagnósticos mais precisos e antecipados do câncer de mama, além de apoiar médicos na escolha de tratamentos personalizados. Esses avanços aumentam as chances de cura e reduzem erros que podem atrasar o cuidado adequado. IA na prevenção e diagnóstico Detecção precoce: Sistemas de IA conseguem analisar mamografias com maior rapidez e precisão, identificando sinais de câncer de mama que poderiam passar despercebidos. Estudos mostram que a tecnologia aumenta em até 22% a eficácia dos diagnósticos e reduz em mais de 25% os erros de classificação. Previsão de risco: Modelos avançados já conseguem prever a probabilidade de uma mulher desenvolver câncer de mama até cinco anos antes do aparecimento da doença, a partir da análise de exames de imagem. Isso abre espaço para estratégias de prevenção mais eficazes. IA no tratamento Personalização: A IA analisa milhões de dados clínicos para indicar quais terapias funcionam melhor em cada perfil de paciente. Isso evita a abordagem “padronizada” e aumenta as chances de sucesso. Apoio aos médicos: Ao reduzir a carga de trabalho dos radiologistas e oncologistas, a IA permite que eles se concentrem mais no cuidado humano e integral das […]
Dezembro é um mês marcado por festas, viagens e reencontros. É tempo de celebrar conquistas, renovar esperanças e se permitir momentos de alegria. No entanto, a correria típica dessa época pode levar muitas pessoas a negligenciar a própria saúde. Entre compromissos sociais, excesso de alimentos calóricos, consumo de bebidas alcoólicas e a rotina alterada pelas viagens, é comum deixar de lado exames, consultas e hábitos que garantem bem-estar. O estresse de organizar tudo para o encerramento do ano também impacta diretamente o corpo e a mente. Dormir menos, comer de forma desregulada e não reservar momentos de pausa podem enfraquecer o sistema imunológico, aumentar riscos de doenças e comprometer a energia necessária para aproveitar plenamente as celebrações. Por isso, é essencial lembrar que cuidar da saúde não deve ser uma tarefa adiada para janeiro: a prevenção começa agora. Práticas simples fazem diferença. Manter uma alimentação equilibrada, incluir frutas e fibras nas refeições festivas, hidratar-se bem e moderar o consumo de álcool são atitudes que preservam o organismo. Da mesma forma, reservar tempo para descanso e atividades físicas leves ajuda a reduzir o impacto da rotina corrida. Para quem viaja, é importante planejar-se: levar medicamentos de uso contínuo, manter horários regulares […]
Novembro Azul é uma campanha mundial de conscientização sobre o câncer de próstata, mas seu significado vai além. Ele nos lembra que a saúde não tem gênero: homens e mulheres precisam de atenção contínua, exames regulares e hábitos saudáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida. SAÚDE MASCULINA: FOCO NO CÂNCER DE PRÓSTATA E ALÉM Câncer de próstata: é o segundo mais comum entre homens brasileiros. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura. Exames essenciais: PSA e toque retal devem ser realizados a partir dos 50 anos (ou 45 em casos de histórico familiar). Doenças cardiovasculares: homens têm maior risco de infarto e hipertensão, reforçando a importância do check-up anual. Saúde mental: culturalmente, muitos homens evitam falar sobre emoções ou procurar ajuda. O Novembro Azul também é um convite para quebrar esse tabu. SAÚDE FEMININA: PREVENÇÃO CONTÍNUA Embora outubro Rosa seja o marco da saúde feminina, novembro Azul reforça que mulheres também precisam manter cuidados regulares: Exames ginecológicos: Papanicolau e mamografia são fundamentais para prevenção de câncer de colo de útero e mama. Doenças crônicas: diabetes, hipertensão e obesidade afetam ambos os sexos e exigem acompanhamento. Saúde emocional: pausas, respiração consciente e acompanhamento psicológico são tão importantes […]
Nossa, que artigo mais necessário e cheio de dicas valiosas! É um alívio ver conteúdo tão prático e focado em como tornar um período tão desafiador, como o tratamento do câncer, um pouco mais leve. Realmente, procedimentos como quimioterapia e terapia hormonal podem gerar “condições difíceis”, e a gente sabe o quanto os efeitos colaterais impactam. Fico animado em ver essa abordagem que coloca a alimentação adequada como um passo tão importante para o sucesso do tratamento – algo que já vi de perto fazer toda a diferença!
As sugestões são ouro! Para a “falta de vontade de comer”, a ideia de “pequenas refeições” e “alimentos vistosos e coloridos” é super inteligente, pois estimula tanto o apetite quanto o astral. E a parte de “não sente gosto e cheiro” com a dica de “preferir alimentos azedos e bem temperados” ou “adotar alimentos ricos em zinco e cobre”? Genial! Lembro de conhecer alguém que sofria muito com a boca seca, e a sugestão de “aumentar sua rotina de hidratação oral” e até de “consumir balas e picolés” é uma sacada simples, mas que pode trazer um conforto imenso. Pequenas mudanças assim têm um poder enorme na qualidade de vida e no bem-estar diário, é muito bom ter essas ferramentas!
É fundamental reconhecer que a gestão dos efeitos colaterais nutricionais representa um pilar central para a manutenção da qualidade de vida e a aderência terapêutica durante o tratamento oncológico, como bem aborda o artigo ao destacar que “alimentar-se adequadamente é um passo importante para o sucesso do tratamento do câncer”. As condições citadas – como a hiporexia/anorexia, a disgeusia/ageusia e a xerostomia, frequentemente induzidas por quimioterapia e terapia hormonal – podem comprometer significativamente o estado nutricional do paciente. A abordagem proposta, com dicas práticas de automanejo, é um ponto de partida valioso para pacientes que enfrentam estas dificuldades.
Analisando as recomendações mais detalhadamente, para a “FALTA DE VONTADE DE COMER”, a estratégia de “pequenas refeições” e “alimentos de fácil mastigação” é classicamente indicada para contornar a saciedade precoce e a dificuldade de deglutição, frequentemente associadas à mucosite ou odinofagia. A ênfase em “alimentos vistosos e coloridos” explora o componente psicossensorial, que pode estimular o apetite em um contexto de anedonia alimentar. No que tange à alteração de paladar e olfato (“NÃO SENTE GOSTO E CHEIRO”), a sugestão de “alimentos azedos e bem temperados” visa a estimulação das papilas gustativas e a máscara de sabores metálicos ou alterados, enquanto a restrição de carne vermelha se justifica pela frequente indução de disgeusia metálica. A inclusão de “alimentos ricos em zinco e cobre” é pertinente, dada a conhecida função desses oligoelementos na integridade das estruturas gustativas e olfativas, embora a suplementação deva ser avaliada clinicamente para evitar desequilíbrios.
Para a “BOCA SECA” (xerostomia), o aumento da “rotina de hidratação oral” e o consumo de “alimentos mais suculentos” são medidas paliativas importantes para o conforto e a manutenção da umidade da mucosa. A indicação de “frutas cítricas”, “balas e picolés” é válida para estimular o fluxo salivar residual, porém, é crucial que se avalie a presença de mucosite oral concomitante, pois a acidez de alguns cítricos e o alto teor de açúcar de balas e picolés podem irritar a mucosa fragilizada, potencializando a dor e o risco de infecções secundárias. Seria interessante complementar com a menção de alternativas como substitutos salivares e gomas de mascar sem açúcar. Em última análise, enquanto o artigo oferece orientações práticas acessíveis, a complexidade dos distúrbios nutricionais em oncologia sublinha a importância de um acompanhamento nutricional individualizado e multidisciplinar, que transcenda a autogestão para otimizar os resultados terapêuticos e a qualidade de vida.
Que bom ver um conteúdo que aborda um tema tão delicado e importante como o controle dos efeitos colaterais no tratamento do câncer. É uma realidade para muitos pacientes, e saber o que fazer para aliviar sintomas como a falta de vontade de comer, a alteração no paladar ou a boca seca faz uma grande diferença na qualidade de vida durante esse período tão desafiador.
As dicas são bem práticas e direto ao ponto, especialmente as de preferir alimentos azedos e bem temperados para quem perdeu o gosto e cheiro, ou as frutas cítricas e balas para a boca seca. Talvez fosse interessante adicionar uma menção sobre a importância de conversar sempre com a equipe médica ou nutricionista, pois cada caso é único e a orientação profissional é fundamental para adaptar essas sugestões.