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A inteligência artificial (IA) já está transformando a saúde da mulher ao oferecer diagnósticos mais precisos e antecipados do câncer de mama, além de apoiar médicos na escolha de tratamentos personalizados. Esses avanços aumentam as chances de cura e reduzem erros que podem atrasar o cuidado adequado. IA na prevenção e diagnóstico Detecção precoce: Sistemas de IA conseguem analisar mamografias com maior rapidez e precisão, identificando sinais de câncer de mama que poderiam passar despercebidos. Estudos mostram que a tecnologia aumenta em até 22% a eficácia dos diagnósticos e reduz em mais de 25% os erros de classificação. Previsão de risco: Modelos avançados já conseguem prever a probabilidade de uma mulher desenvolver câncer de mama até cinco anos antes do aparecimento da doença, a partir da análise de exames de imagem. Isso abre espaço para estratégias de prevenção mais eficazes. IA no tratamento Personalização: A IA analisa milhões de dados clínicos para indicar quais terapias funcionam melhor em cada perfil de paciente. Isso evita a abordagem “padronizada” e aumenta as chances de sucesso. Apoio aos médicos: Ao reduzir a carga de trabalho dos radiologistas e oncologistas, a IA permite que eles se concentrem mais no cuidado humano e integral das […]
Dezembro é um mês marcado por festas, viagens e reencontros. É tempo de celebrar conquistas, renovar esperanças e se permitir momentos de alegria. No entanto, a correria típica dessa época pode levar muitas pessoas a negligenciar a própria saúde. Entre compromissos sociais, excesso de alimentos calóricos, consumo de bebidas alcoólicas e a rotina alterada pelas viagens, é comum deixar de lado exames, consultas e hábitos que garantem bem-estar. O estresse de organizar tudo para o encerramento do ano também impacta diretamente o corpo e a mente. Dormir menos, comer de forma desregulada e não reservar momentos de pausa podem enfraquecer o sistema imunológico, aumentar riscos de doenças e comprometer a energia necessária para aproveitar plenamente as celebrações. Por isso, é essencial lembrar que cuidar da saúde não deve ser uma tarefa adiada para janeiro: a prevenção começa agora. Práticas simples fazem diferença. Manter uma alimentação equilibrada, incluir frutas e fibras nas refeições festivas, hidratar-se bem e moderar o consumo de álcool são atitudes que preservam o organismo. Da mesma forma, reservar tempo para descanso e atividades físicas leves ajuda a reduzir o impacto da rotina corrida. Para quem viaja, é importante planejar-se: levar medicamentos de uso contínuo, manter horários regulares […]
Novembro Azul é uma campanha mundial de conscientização sobre o câncer de próstata, mas seu significado vai além. Ele nos lembra que a saúde não tem gênero: homens e mulheres precisam de atenção contínua, exames regulares e hábitos saudáveis para prevenir doenças e garantir qualidade de vida. SAÚDE MASCULINA: FOCO NO CÂNCER DE PRÓSTATA E ALÉM Câncer de próstata: é o segundo mais comum entre homens brasileiros. O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de cura. Exames essenciais: PSA e toque retal devem ser realizados a partir dos 50 anos (ou 45 em casos de histórico familiar). Doenças cardiovasculares: homens têm maior risco de infarto e hipertensão, reforçando a importância do check-up anual. Saúde mental: culturalmente, muitos homens evitam falar sobre emoções ou procurar ajuda. O Novembro Azul também é um convite para quebrar esse tabu. SAÚDE FEMININA: PREVENÇÃO CONTÍNUA Embora outubro Rosa seja o marco da saúde feminina, novembro Azul reforça que mulheres também precisam manter cuidados regulares: Exames ginecológicos: Papanicolau e mamografia são fundamentais para prevenção de câncer de colo de útero e mama. Doenças crônicas: diabetes, hipertensão e obesidade afetam ambos os sexos e exigem acompanhamento. Saúde emocional: pausas, respiração consciente e acompanhamento psicológico são tão importantes […]
A mastologia tem avançado a passos largos, impulsionada por pesquisas científicas que transformam o cenário do diagnóstico e tratamento do câncer de mama. Hoje, contamos com recursos altamente tecnológicos como biópsias guiadas por imagem, terapias-alvo e imunomoduladores, que vêm revolucionando a forma como enfrentamos a doença, com mais precisão, menos invasividade e melhores resultados. Mas inovação, por si só, não é suficiente. É preciso compromisso ético e sensibilidade humana para que cada avanço seja aplicado com segurança e respeito à individualidade de cada paciente. Por isso, participo ativamente de movimentos, congressos e grupos de estudo, sempre em busca de atualização constante. Meu propósito é claro: levar o que há de mais moderno à prática clínica, sem abrir mão do acolhimento, da escuta e da personalização do cuidado. Tecnologia com empatia: o futuro do tratamento é agora Ao unir ciência e sensibilidade, consigo oferecer a cada mulher uma abordagem personalizada, que respeita sua história, seu corpo e suas escolhas. Essa combinação tem apontado caminhos promissores para resultados positivos não apenas no tratamento, mas na qualidade de vida. A mastologia do presente é feita de conhecimento, empatia e coragem.E é nesse encontro que nasce o cuidado verdadeiro.
Que alívio ler um artigo que desmistifica de forma tão clara essa dúvida que paira no ar! É incrível como ainda circulam informações desencontradas sobre saúde, e ver confirmado que “mulheres com silicone podem, sim, fazer mamografia” é uma notícia excelente. Sempre me incomodou ouvir essa ideia de que o silicone seria um impedimento, e o texto vem justamente para nos tranquilizar sobre esse “Mito ou Verdade”, derrubando uma barreira importante.
Achei superimportante a ressalva de que é “aconselhável que as mulheres que têm silicone informem ao técnico radiologista para que ele possa posicionar corretamente a mama”. Essa é uma dica de ouro! Eu mesma já presenciei a preocupação de algumas amigas com próteses em relação ao exame, justamente pela pressão e o receio de prejudicar. Saber que com um simples aviso e o cuidado do profissional o exame é seguro e eficaz, traz uma tranquilidade enorme e incentiva ainda mais a prevenção.
Esse tipo de esclarecimento é fundamental para que mais mulheres se sintam seguras e não adiem um exame tão vital para a detecção precoce. O conhecimento nos empodera e derruba barreiras que, muitas vezes, são apenas frutos de desinformação. É ótimo ver um conteúdo que aborda um tema tão relevante e que impacta diretamente a saúde e o bem-estar de tantas mulheres, nos incentivando a cuidar da nossa saúde mamária sem receios desnecessários!
É interessante ver esse “mito ou verdade” desvendado, e a mensagem de que mulheres com silicone podem, sim, fazer mamografia é, sem dúvida, um alívio para muitas. No entanto, a afirmação de que “o silicone não prejudica o exame, e o exame não representa nenhum risco para a paciente ou à prótese” soa um tanto quanto categórica. Será que é realmente tão inconsequente assim em todos os casos? Gostaria de saber se há nuances a serem consideradas, como o tipo de prótese, sua posição (subglandular ou submuscular) ou o volume, que poderiam, talvez, impactar a clareza ou a abrangência do exame.
O próprio artigo menciona, logo em seguida, a importância de “informar ao técnico radiologista para que ele possa posicionar corretamente a mama no equipamento, de forma que exerça menos pressão sobre o seio” e que “a posição da mama também precisa de cuidados especiais”. Essa necessidade de adaptação no procedimento não sugere que há, sim, uma diferença ou um desafio a ser superado, mesmo que não seja um “risco”? Quais são exatamente esses “cuidados especiais” na prática e como eles garantem que a qualidade da imagem e a detecção de possíveis alterações sejam equivalentes às de uma mamografia sem implantes?
Seria valioso ter mais informações ou evidências para embasar a confiança plena na mamografia para mulheres com implantes. Poderia o artigo aprofundar um pouco mais sobre se, apesar do correto posicionamento, a presença da prótese pode, em algumas situações, obscurecer pequenas áreas do tecido mamário, exigindo uma complementação com outros exames, como ultrassonografia ou ressonância magnética, que frequentemente são indicados para este grupo? Isso traria uma perspectiva mais completa e realista sobre o rastreamento mamográfico em pacientes com silicone.